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Quando acabou a faculdade…

Durante os 4 anos em que fiz faculdade cultivei uma amizade (confesso que inicialmente com segundas intenções) com uma bela garota que se chama Fernanda. Ela tem os cabelos castanhos, lisos, tem aproximadamente 1,65cm e um corpo perfeito.

Barriguinha retinha, bumbunzinho empinadinho e redondinho, um piercing em forma de estrela no umbigo e seios de médios para grandes na medida perfeita, éramos bem próximos um do outro e apesar de minhas investidas nunca tínhamos saído da amizade e com o tempo essa amizade se tornou tão sólida que ela sempre me procurava para falar de seus problemas, até dos mais íntimos, como disse éramos os melhores amigos e nunca tinha rolado nada, até que um dia essa realidade se inverteu.

Era uma noite de dezembro quando fomos comemorar a nossa formatura, todos os alunos da faculdade que se formavam naquele ano estavam no auditório recebendo seus diplomas e curtindo o momento com amigos e família, porém depois de toda essa formalidade já tínhamos organizado nossa festa de despedida dos estudos, todos os alunos se reuniram e alugamos uma mansão para após a cerimônia comemorar de verdade o fim da faculdade.

A mansão era maravilhosa, piscina, gramado, dois andares e lá estávamos nós, eu a Fê, toda nossa classe e todas as outras classes de formandos, ela estava linda, com um belo vestido preto, daqueles que se amarra atrás do pescoço e deixa as costas nuas até um pouco acima da bundinha e com aqueles cortes na perna, extremamente atraente a qualquer mortal do sexo oposto que gostasse da fruta, já eu estava todo social, porém como era minha marca não estava de sapato, mas sim de tênis, nunca curti muito o estilo 100% social.

Todos curtindo muito, o fim de faculdade e já sem os familiares por perto muitos se esbaldavam nas bebidas, em drogas e muita pegação, porém percebi que o astral da Fê não estava tão legal como costumava ser e fui até ela:

– Tudo bem gata?

E forçando um sorriso muito convincente ela responde:

– Sim, vamos curtir a festa.

Cada um pegou uma bebida e fomos dançar no grande salão que havia lá, conversamos normalmente e apesar de tentar parecer normal ela estava diferente, eu gostava de fingir, mas já sabia o motivo, ela havia me contado que se namoro de dois anos estava meio abalado, ela uma vez reclamou comigo que seu namorado tinha trocado de emprego e estava vivendo apenas para o trabalho e mesmo nas horas vagas ele se dizia sem tempo.

– Às vezes fica dias sem responder minhas ligações, já faz dois fins de semana que a gente não sai porque ele diz que precisa trabalhar. Foi o que ela me disse na época.

Enquanto dançávamos, eu indiscreto como sempre fui perguntei:

– Tem a ver com o seu namorado?

Fomos até uma mesa e ela me contou:

– Sabe, já estava complicado por causa do serviço dele, ai ele vem-me dizer que vai ter que mudar pra Campinas, a gente discutiu e cogitamos terminar, mas a bomba veio ontem, ele me ligou de lá dizendo que não poderia estar aqui hoje porque ia participar de um jantar com os amigos da empresa. Porra eu mereço isso? Me diz, custava ter me avisado?

Não tive outra reação além de levantar e abraçá-la.

– Não, você merece bem mais que isso.

A festa rolando, com música alta e sem ninguém sequer pensando em ir embora, tiramos muitas fotos, para ficar de lembrança para quase todos que estavam ali, até que em um momento, já de madrugada eu notei a Fê encostada na varanda sozinha olhando para o nada e fui até ela.

Fiz a velha brincadeira de tampar os olhos e perguntar quem era e ela esboçou um pequeno sorriso, disse que não adiantava ela ficar assim, pra curtir a noite porque outra igual a aquela não teríamos nunca mais.

– Você é um amor cara, foi muito bom ter te conhecido.

E já com as mãos no ombro dela respondi:

– Que isso, só não gosto de ver garotas lindas tristes por alguém que não merece.

– Se não fosse por você hoje estaria me sentindo mais sozinha do que já estou, agradeço por tudo.

– Me diz, por que ficar assim por causa de alguém que não ta te dando à mínima? Deixa ele com o emprego dele é procure alguém que não te deixe em festas de faculdade sozinha rsss.

Ela respondeu rindo:

– E esse alguém seria você?

– Bom comigo você não ta sozinha está?

Falando isso a abraço pela cintura, ela coloca as mãos sobre as minhas e diz:

– Verdade, você nunca me deixa sozinha.

Ouvindo isso botei um pouco mais de pressão no abraço e comecei a morder sua orelhinha e percebendo que ela não teve nenhuma reação negativa, fui descendo pelo seu pescoço e fui beijando suas costas, enquanto minha mão deslizava pela sua coxa.

Ela se virou, segurou meu rosto e me prendeu num beijo, a garota que eu queria muito pegar no início da faculdade agora era toda minha.

O beijo foi longo, ela me soltou e nos olhamos por um momento, ambos com sorrisos na face, agarrei-a pela cintura e tasquei outro beijo, porém esse mais selvagem queria demonstrar minhas intenções para aquela noite e ela respondeu bem, um beijo quente e melado como todo beijo com tesão tem que ser.

Estávamos bem de frente a porta que levava a um dos salões da casa, ela deu dois tapinhas no meu ombro e olhou em direção a um canto mais escuro da sacada onde não ficaríamos expostos aos olhos de alguém que poderia nos reconhecer.

Encostei bem ela no canto e retomamos os beijos, dessa vez acariciando muito um ao outro, devíamos estar parecendo um polvo de tantos movimentos que fazíamos com as mãos no corpo um do outro.

Levantei uma das coxas dela e aproveitando o vão do vestido alisava bem suas coxas roliças e macias enquanto dava alguns chupões no seu pescoço, já sentia seu corpo esquentar, quando ela colocou os braços ao redor do meu pescoço e fazia carinhos no meu cabelo, perguntei:

– Você quer mesmo?

Ela apenas sussurrou um “aham” pouco antes de começar a colocar a língua na minha orelha.

Fui subindo minhas mãos que estavam por baixo do vestido passeando pelas suas coxas até chegar às alças da calcinha, era uma daquelas calcinhas de alças finas e minha mão direita correu até a parte da cetinha, ela deu um gemidinho quando minha mão roçou na sua cetinha que tinha pelinhos ralos de quem tinha depilado há pouco tempo, dedilhei , dedilhei e sentia sua respiração mudar de ritmo, e fui aos poucos adentrando meu dedo do meio na entradinha dela enquanto ela segurou firmemente minha nuca e me prendeu em outro beijo bem gostoso.

– Delícia, ela sussurrou.

Enquanto meu dedo do meio fazia movimentos lentos dentro da cetinha dela, meu polegar roçava no seu grelinho, coisa que fazia o beijo ficar cada vez mais gostoso e a língua dela quase me sufocando.

Ela levantou um pouco minha camisa, abriu meu cinto, o botão da minha calça, puxou o zíper e puxou meu pau já duro para fora, apertava ele da base e ia subindo a mão ao redor fazendo uma pressão e mexendo pros lados quando chegava à cabecinha, repetiu esse movimento até a hora em que coloquei também meu indicador dentro dela, que já me respondia melando com seu melzinho divino meus dedos, ela começou a me punhetar olhando fixamente nos meus olhos, nessa hora parei com todos meus movimentos e só queria saber daquela punheta gostosa, nessa hora um cara que estava na festa saiu para a varanda voltou sua visão para nós, olhamos com aquela cara de quem é pego com a boca na botija e o cara saiu meio sem graça.

– Aqui não vai dar pra continuar, algum conhecido pode ver.

Eu disse sorrindo que não ligava, mas ela largou imediatamente meu pau e tratei de colocar ele pra dentro, disse:

– Motel?

E ela com um sorriso bem safadinho:

– Se quiser continuar, mas vai na frente, liga o carro, vou dar um tempo aqui e já te encontro na rua beleza?

Ajeitei minha roupa, me despedi de alguns amigos e fui pro carro e fiquei pensando no que tinha feito e no que eu ainda iria fazer.

Sai com o carro da festa e fiquei com ele parado a umas duas casas de distância, já havia se passado uns 20 minutos e nada da Fernanda aparecer, estava ansioso e quase que volto lá para buscá-la, até que ela chegou e eu disse:

– Está a fim de me matar de ansiedade gata?

Ela sorriu e disse que não podia dar mole pras amigas dela não notarem, me deu um beijo e saímos voados em direção ao motel.

Para aquela noite escolhi o melhor, a escolha do motel tem que ser de acordo com a noite e aquela era especial, chegamos lá e pedi a melhor suíte, era meio cara, mas ia valer muito a pena, hidromassagem, champagne nessa noite ela merecia tudo.

Entramos na suíte, eu a abraçando por traz, adorava sentir que pelo menos nas próximas horas ela iria ser somente minha, ficamos de pé em frente à cama e continuei com meu abraço, ela virou a cabeça e nos beijamos, depois disso fui beijando seus ombros e lambendo suas costas enquanto ela ficava parada apenas suspirando.

Ela sentou na cama, soltou seus cabelos e os jogou para o lado, me sentei atrás dela e comecei a fazer uma massagem nos seus ombros, de olhos fechados ela delirava, comecei a beijar seu pescoço enquanto a massageava.

– Há quanto tempo você não faz?

– Já tem duas semanas, e olha que foi uma mal dada, depois ele virou pro lado e dormiu, espero que você faça melhor

– Esquece dele, pelo menos por essa noite, vou te mostrar como uma mulher tem que se sentir na cama.

Ainda sentado atrás dela coloquei as mãos nos seus seios e comecei a massagear, ela pousou as mãos dela sobre as minhas e elas seguiam meus movimentos, fui puxando a alça que segurava o vestido dela atrás do pescoço devagar com meus dentes até solta-la totalmente, larguei seus seios para que assim o vestido caísse livre deixando aquele belo corpo despido.

Ela ficou de pé e deixou o vestido cair até o chão, à visão era maravilhosa, aquela deusa na minha frente apenas de calcinha, veio lentamente em minha direção, colocou as mãos nos meus ombros e foi me beijando, desabotôo e arremessou pra longe minha camisa, eu a abracei e novamente começamos um beijo ardente enquanto lentamente deitávamos.

Dei a volta e fiquei por cima, beijei sua testa, lhe dei um selinho e fui descendo com minha língua por todo seu corpinho, até chegar ao umbigo, brinquei muito com seu piercing e desci mais, tirei sua calcinha e pela primeira vez olhei aquela cetinha, com os pelinhos bem aparados e molhadinha pra mim.

Fui beijando-a e lambendo a xoxotinha lentamente, agarrei sua bundinha e introduzia devagar a língua na entradinha e sentia aquele caldinho saboroso, ela dava umas tremidinhas e gemia também, dava pra notar que era uma bela mulher com carência de uma boa noite de amor.

– Uhmmm, não para que ta gostoso.

– Nem penso em parar.

Comecei a beijar seus grandes lábios com mais voracidade

– Isso, vai, faz tempo que não me sinto assim, começou a forçar com a mão minha cabeça na direção da cetinha dela, e eu não me incomodava, passava a língua bem rápido dentro e fazia movimentos circulares, depois ficava lambendo entre sua cetinha e seu cuzinho com a ponta da língua beem rápido e seus gemidos e movimentos só me davam mais certeza que ela estava adorando.

Ela levou as mãos aos cabelos e nessa hora a ponta de minha língua roça no seu grelinho, pra cima e pra baixo, nem lento nem rápido, mas pelo mel que estava saindo estava no ritmo certo.

Ela me puxou até ela e disse:

– Você é tudo, te quero agora.

Tirei minha calça enquanto ela abria a camisinha, que ela mesmo fez questão de colocar.

Ela pediu que eu sentasse de pernas abertas na cama e nem pensei em questioná-la, ela foi sentando devagar encaixando meu pau nela, passei meus braços ao redor do corpo dela e frente a frente, olhando bem fixamente um pro outro começamos uma penetração bem gostosa, eu a segurava e os movimentos foram aumentando, nos beijávamos e ela mexia cada vez mais forte.

– Faz tempo que não sinto essa sensação. Ela disse.

– É muito boa não é?

Comecei a conduzir os movimentos mais rapidamente e ela correspondia à altura fazendo aquele momento muito gostoso.

Me deitei e ela encaixadinha na minha pica começou a cavalgar, agarrei seus seios e enquanto os massageava ela começou os movimentos.

Fazia um pra frente e pra trás, depois dava umas reboladas bem gostosas que me levavam a loucura, depois começou a subir e descer rapidinho enquanto mexia muito nos seus biquinhos e acariciava aquelas tetinhas, eu dizia:

– Goza gata, goza. E ela só gemia

Começou a cavalgar mais forte e a gemer alto, ambos estávamos bem molhados, me levantei agarrando-a e a deitei, apoiado nos joelhos encaixei a cetinha dela no meu pau e mirando diretamente o olhar feliz dela comecei com estocadas bem rápidas, ia com meu corpo em direção a ela e beijava sua boca, seus seios, mas nunca parando de meter e me deliciando com seus gemidinhos, me deitei por completo sobre ela e revezando com alguns beijos metia forte, ela me arranhava bem enquanto eu metia, meu órgão nervoso e quente a atravessava ferozmente até que sinto seu corpo se entregar completamente ao prazer amolecendo e a ouço soltando um gemido mais alto.

– Ahhhhhhhh, como é bom gozar.

Ela me abraçou me apertando com muita força contra ela, enchi seu corpo de beijos e ela pediu para eu ficar de pé, tirou minha camisinha e deitada colocou os pés ao redor do meu pinto e começou a me punhetar.

– Já gozou assim antes?

Eu disse:

– Nunca.

Os movimentos que ela fazia com os pés eram frenéticos, me levaram a loucura e não demorou muito para que eu jorrasse sobre a barriga dela.

Após ejacular em sua barriga, ela ficou fazendo círculos com os dedos no local onde eu tinha gozado.

– Morninho assim, delícia.

Me deitei ao seu lado e ficamos curtindo um tempo abraçados e fazendo carinhos um no outro.

– Gostou?

– Sim, sim fazia tempo que não dava uma com vontade, não sabia que você era isso tudo rss.

A beijei e com um sorriso no rosto levantei e trouxe champgne pra nós.

– Olha só além de bom de cama é romântico, já da pra casar.

– Nem brinca com isso , rsss.

Após um tempo abraçados, bebendo e vendo TV não deu pra resistir ficar só naquilo com uma delícia daquelas do meu lado, peguei duas pedras de gelo e comecei a passar ao redor de seus mamilos.

– Friozinho assim é bom?

Com um sorriso maroto no olhar respondeu:

– Siim, ai é gostoso.

Continuei com os movimentos circulares naquelas belas tetas e ela já gemia baixinho pedindo para não parar, fiquei sobre ela e passei gelo por todo o seu corpo, começando no pescoço e descendo devagar entre seus seios e parando no umbigo, após isso deslizava a minha língua pelo mesmo caminho, voltei agarrando seus seios comecei pelo direito, abri bem a boca e tentei coloca-lo todo de uma vez, ela começou a apertar o outro e a lambê-lo enquanto eu sugava bem, chupava com vontade depois com os dois novamente em minhas mãos pressionei um contra o outro e fiquei deslizando minha língua entre eles, me foquei no esquerdo e comecei a mamá-lo como se fosse um bebê, depois prendi seu mamilo entre os dentes e mexia nele só com a ponta da língua aquele biquinho saltado pra fora.

– Nossa você sabe bem o que faz.

Ela se levantou cruzando suas pernas atrás das minhas costas e me beijando, pressionando minhas mãos para que eu não largasse seus seios.

A língua se cruzava sincronizada com a minha enquanto apertava mais aqueles seios durinhos, ela passeava a língua nos meus lábios e pra terminar ainda deu uma puxadinha neles com os dentes.

Me deitou e começou a chupar meu pescoço com força, foi descendo pelo meu tronco me enchendo de beijos e mordidas, ficou sentada sobre mim e passou suas unhas com força pelo meu abdômen e depois me fez ficar de costas.

– Aprendi isso pra usar com meu namorado, mas na verdade nunca deu vontade.

Após dizer isso começou a massagear minhas costas, depois começou a deslizar seus cabelos por ela me causando arrepios bem gostosos e depois maravilhosamente fui sentindo seus seios passearem sobre mim.

-Nossa, ele não sabe o que perdeu.

Me virou e deitou sobre mim, colocou seus seios sobre meu peito e foi descendo e subindo num ritmo bem gostoso, me dando sensações maravilhosa, ainda deitada desceu mais e segurou firme meu pau com uma das mãos e o colocou entre seus seios contraídos e começou a mexer numa velocidade bem gostosa.

– Uhmmmmm não para.

Ela aumentou mais a velocidade e a minha felicidade por estar ali naquele momento.

Estava ficando bem louco com os movimentos dela, não queria gozar por isso pedi pra parar e pra ela empinar a bundinha pra mim.

– Claro safadão.

Ficou na cama apoiada nas mãos e nos joelhos e aquele rabinho olhando pra mim, levantei e comecei a apertar e beijar aquela bunda durinha e gostosa mordiscava e lambia até o rego, meti minha mão no rego e comecei a fazer um vai e vem bem gostoso com três dedos dentro dela.

– Ta gostando?

– To.

E dei um tapa de leve na bundinha dela.

– Responde com vontade.

– Simm tô.

– Mais alto. E encho a mão pra um tapa um pouco mais forte e que estralou

– Siiiim, aiiiiiii não me torture assim, ela respondeu olhando pra trás com um sorriso de ninfeta levada.

Comecei a dedilhar mais rápido na buceta dela enquanto lambia bem rápido o seu cuzinho.

Levantei com ela na mesma posição, porém agora ao invés das mãos estava apoiada nos cotovelos, com cabelo no rosto e olhando pra trás e pela sua cara bem feliz.

Coloquei outra camisinha e me postei atrás dela, fui passando mais uma pedra de gelo pelas suas costas o que fez com que ela suspirasse alto quando minha mão chegou à sua nuca, me agarrei a seus seios e fiquei os acariciando por um tempo.

– Vai mete e me fode com gosto.

Com a esquerda presa a seu seio, com a mão direita encaixei novamente meu pau babão na sua cetinha:

– Sente?

– Claro, ahhhhhhhhhh essa coisa toda quente pulsando dentro de mim não tem como não sentir rsss hmmmmmm.

Agarrei a bunda dela e comecei fazendo movimentos bem lentos, o corpo dela acompanhava meus movimentos e a cetinha dela apertava bem meu pau quando se movia, alisava a bundinha dela e ela olhava pra mim com um dedinho na boca enquanto fazia esses movimentos bem gostosos.

Os gemidos se intensificavam e comecei a bombá-la mais depressa.

– AHHHHHH, não para, ta ficando mais gostoso, uauhahua devia ter saindo com você antes.

– Viu só o que perdeu?

– Ah mais hoje vou compensar, vai me castiga por isso.

Comecei a bombar rápido aquela cetinha que já pingava, ela levou sua mão direita até seu grelinho e se tocava enquanto eu metia.

Enrosquei minha mão nos cabelos dela e agora metia com mais vontade, já não falávamos nada apenas gemíamos alto num vai e vem bem gostoso, o barulho dos nossos corpos se encontrando ela alto e eu não tinha nem um pouco de dó de meter nela com força, estava pior que um cavalo.

Estávamos em um frenesi de prazer, eu metia rápido e forte e ela gritava alto enquanto eu puxava seus cabelos e estapeava sem dó sua bunda com a palma e com as costas da mão, estava realmente muito bom.

Ela se levantou e foi em direção a mesa da suíte, puxou a cadeira para o lado e colou a perna sobre ela e debruçou o resto do corpo sobre a mesa olhou pra trás e disse:

E ai não vai vir?

Ela apoiada sobre os cotovelos na mesa e com a boceta abertíssima me convidando.

Fui até ela e já encaixei minha pica com força, comecei a estocar sem dó, tirava meu pau até aparecer a base da cabecinha, depois socava pra dentro novamente sem me preocupar e ela gritava alto cada vez que eu fazia isso.

-Arrrrrrrgh ummmmmmmmm vai meteeeee ahhh AHHHH

Estava castigando bem a buceta dela, usava toda minha força e tentava socar até o fundo, ela suava e não parava de gritar.

– Hoje vou te fazer minha putinha, só minha.

– Socava com violência e seus gemidos eram cada vez mais altos fui nesse ritmo até que senti minha virilha ser molhada pelo melzinho que saiu dela e vê-lo pingando no chão.

-Gostou de ser tratada como uma vagabundinha?

– Arrrr Vagabundinha? Perguntou ainda ofegante.

Sentei na cadeira e a encaixei novamente em mim.

– Agora você vai ver quem manda seu safado.

Segurou na borda da mesa e começou a quicar com violência no meu pau, subia com força e meu pau quase saia pra fora e quando sentava era com tanta força que sua bunda estralava nas minhas coxas e minhas bolas estavam quase sendo esmagadas.

Ela já estava toda mole e não mais gemia gritava novamente, eu sempre tentava manter meu rosto e mãos perto do seu corpo, lambia, cheirava, alisava, apertava o prazer me dominava e não estava raciocinando direito.

– Me pega. Ela disse.

Agarrei sua cintura enquanto ela levou as mãos aos seios e com os dedos puxava os mamilos pra frente, continua pulando em mim até que começou a alisar seu próprio corpo sentou forte deu uma bela suspirada e deixou seu corpo mole cair sobre o meu enquanto sua boceta encharcava meu pau e minhas coxas com o mais doce dos mels.

Eu logo tratei de abocanhar um de seus seios e continuar estimulando seu clitóris enquanto ela estava sentada/deitada sobre mim, ela se levantou devagar e ajoelhou olhando pra mim como se pedisse algo, logo de cara entendi, fiquei de pé tirei a camisinha e comecei a bater meu pau na cara dela.

Ela pôs a língua pra fora e não me neguei em ficar batendo minha rola na língua dela, ela mexia bem a língua e apertava minhas bolas de forma bem gostosa, depois ficou bem próxima de mim, colocou meu pau entre seus seios, cruzou os braços pra pressionar bem e começou a mexer numa espanhola deliciosa.

– Já sabe como me agradar hein?

– Claro gato, convivo com você há quatro anos.

Agora pressionado os seios com as mãos bem forte e fazendo com que meu pau estivesse naquela pressão macia me fez gozar num jato bem quente que encobriu todo seu pescoço e colo.

Após uma bela gozada a levei pra hidro massagem já era de madrugada e apesar do cansaço não queria parar.

Ficamos lavando o corpo um do outro e muita brincadeira com água e sabão, ficamos um bom tempo só nos beijando e acariciando como se fossemos mesmo um casal de namorados.

– Se arrepende?

– Não vamos falar disso gato.

Estava acariciando sua cetinha enquanto ela estava deitada no meu peito, sentei na borda da hidro e ela logo entendeu o chamado.

– Sim, respondeu alisando a cabecinha do meu pau.

– Ele foi muito bom comigo essa noite.

Segurou a base dele ainda meio mole e começou a beijar a cabecinha.

Lambia, sugava, beijava e no fim estava em um boquete tão gostoso que tirou as últimas reservas de gozo do meu pau.

Após isso ela foi para o chuveiro tomar banho, eu fiquei na hidro só espiando ela lavar e tirar a porra do corpo, não resisti por muito tempo, fui até ela e comecei a ensaboar seu corpo, brincamos bastante e finalizei me ajoelhando e chupando aquela cetinha toda vermelhinha.

– Nossa, não cansa hein?

– O que é bom nessa vida não cansa.

Coloquei uma de suas pernas sobre meu ombro e suguei com mais intensidade.

– Delícia, nunca fui chupada no banho é ótimo.

Estava com as mãos nos meus ombros em apoiada em um pé só, e enquanto eu lambia a base do seu grelinho soltou seus últimos gemidos de prazer abafados pelo cansaço.

Dormimos juntinhos e após o café fomos embora, perguntei se ainda queria voltar pra festa já que ainda ia rolar um churrasco da galera ela disse que não e que já estava satisfeita.

A deixei em casa, nos despedimos com um beijo não tão quente dessa vez e ela se foi eu também fui pra casa após isso.

Me formei, bebi muito e ainda tracei o meu sonho de consumo da época, estava mais que satisfeito.

Espero que tenham gostado.

 

 

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