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No cinema

A história que vos vou contar aconteceu comigo esta sexta feira à noite num cinema aqui em Lisboa. Há umas 3 semanas conheci uma rapariga num acontecimento social, trocamos emails e telemóveis, por questões profissionais, e temos trocado emails e mensagens de forma regular. Maioritariamente por que motivos de trabalho, mas aos poucos fui deixando escorregar a “conversa” para tons mais informais e pessoais no que ela me acompanhou. A M é uma mulher de 38 anos, 1,75m cabelos loiros, olhos azuis e com um corpo muito bem cuidado para a idade, mamas pequenas mas arrebitadas e um cú pequenino mas bem desenhado.

Pois bem, nas nossas conversas combinamos ir ao cinema na sexta feira, mas devido a um compromisso meu só podíamos ir à sessão da meia noite. Como não havia problema combinamos ir ver um filme que ela queria, um filme pouco comercial daqueles filmes de autor. Um pouco antes da hora encontramo-nos à porta, compramos os bilhetes e entramos. Devido à hora e ao tipo de filme a assistência era pouca, éramos umas 10 pessoas no máximo, o que nos permitiu escolher os lugares, tendo optado por ficar na última fila nas 2 cadeiras junto ao corredor, e naquela sala mesmo junto à porta de saída. As pessoas mais próximas de nós estavam 2 filas mais abaixo e toda a gente distante uns dos outros. Como havia espaço a M estendeu-se em 2 cadeiras com a cabeça perto da minha. O filme começou, e até era um bom filme.

Chegou o intervalo, saímos todos para fumar um cigarro e quando recomeçou o filme a M deixou escorregar a mão para a minha perna e começou a fazer-me festas, ao que eu retribui. Durante uns minutos não passou daquilo, mas as festinhas começaram a acordar o bicho dentro das minhas calças e resolvi ir um bocado mais longe deixando a minha mão escorregar até ao decote onde comecei a acariciar-lhe o seio por cima da camisola. A reacção foi um suspiro e umas mãos a apertarem-me mais a coxa, o que me encorajou a pôr a mão dentro da camisola e por baixo do sutien. A pele era extremamente suave, o seio cabia-me totalmente na mão e comecei a apertar e a mexer no mamilo. O ambiente começava a aquecer e olhando um para o outro beijamo-nos suavemente na boca enquanto continuávamos a acariaciar-nos e a ver o filme. Mantivemo-nos assim durante uns instantes quando sinto a mão dela a acariciar-me o sexo por cima das calças.

Devido à posição em que estávamos e porque não queríamos estar a chamar a atenção para nós ela só conseguia utilizar uma mão e percebendo isto pediu-me para abrir o fecho, o que fiz com a melhor das vontades, tirando o pau para fora completamente teso. Não tenho um pau do outro mundo, mas tem o tamanho suficiente para chamar a atenção e foi o que aconteceu. Durante uns segundos ficou a olhar para ele e depois lentamente começou a punhetar-me, eu nem queria acreditar no que estava a acontecer mas quem era eu para parar aquilo se estava a ser tão bom. Com o maior dos cuidados para não fazer barulho e não chamar a atenção e sem nunca o largar ajustou-se na cadeira de forma a chegar com a boca ao pau e começou a beijar a cabecinha, beijos suaves, carinhosos lentos, depois passou a língua na cabeça e lambeu-me o pau de cima a baixo, sempre muito devagar como quem lambe um gelado.

Eu entretanto tinha esticado a mão e conseguira enfia-la dentro das calças dela começando a brincar com aquela coninha que estava tão quentinha e já molhadinha, mas o acesso era difícil devido ao botão das calças estar apertado. Com uma mão abriu as calças, baixou-as um bocadinho e voltou a concentrar-se no meu pau, ora beijando, ora lambendo ora enfiando-o todo na boca. Aquilo estava a deixar-me louco, sentia dentro de mim uma vontade enorme de me vir, mas por outro lado estava a ser tão bom que queria deixar correr e saborear todos os segundos. Queria retribuir-lhe o que me estava a fazer mas ali era difícil pelo que concentrei-me no que podia fazer e comecei a trabalhar com os dedos para a fazer vir e posso dizer que ela estava a gostar pelos gemidos abafados que ia dando. Estivemos assim durante muito tempo, tudo estava a ser feito com a maior das calmas o broche estava uma delícia era relaxante, mas estava a chegar a um ponto em que não dava para aguentar mais e fazendo-lhe uma festa na cabeça disse: “querida, pára, o filme está quase a acabar e eu tb estou mesmo a vir-me, por isso pára por favor.”

Ela olhou para mim com a luxúria estampada nos olhos e respondeu: “xiu, não faças barulho e não te preocupes, deixa vir o leitinho” e voltou para o que estava a fazer, mas agora com uma diferença, tinha o claro objectivo de me fazer vir e depressa. Para tal começou a enfiá-lo todo na boca até ficarem só os tomates de fora e não demorou para começar a vir-me em grandes quantidades com ela sempre a chupar sem parar e a engolir jacto atrás de jacto. Quando acabei ela não largou logo e manteve o caralho na boca até ficar flácido. Só nessa altura se levantou e sentando-se direita na cadeira deu-me um beijo na boca que ainda tinha restos do meu gozo que ela não tinha engolido e que fez questão que eu sentisse enquanto as nossas línguas se degladiavam dentro das nossas bocas. Finalmente quebramos o beijo, arranjamo-nos e 2 minutos depois o filme acabou começando toda a gente a levantar-se e a sair da sala. Nós tb nos levantamos e literalmente corremos para o carro e para casa dela, mas isso fica para depois…

Autor: Nuno

2 comments

  1. Boa tarde
    Gostei muito do conto, ou não fosse eu o autor do mesmo.

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