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Gays Empregado de Balcão
Gays Empregado de Balcão

Empregado de Balcão

O que vai ser lido foi inspirado num caso real de um jovem que se sentia fortemente atraído por um empregado de uma gasolineira, mas sem saber se estava a ser correspondido. O Pedro era um miúdo adorável. Com os seus tenros 18 anos, exibia um aspeto quase angelical, com os seus belos cabelos louros desenhando pequenos caracóis, enquanto um barbicha ainda incipiente e esparsa lhe corria estreitamente das patilhas até ao queixo, dando-lhe um ar etéreo e virginal, apenas em parte traído pelo tom da pele, que, embora clara, estava bem tostada pela exposição aos ares marinhos, nas suas incursões quase diárias às águas da praia, tendo a prancha como indispensável companhia. Todos os dias, de regresso, os amigos deixavam-no à entrada da cidade, perto de casa, naquela estação de serviço que servia de plataforma para as idas à praia.

E, como sempre, entrava sedento na loja para beber uma Coca-Cola. Na caixa, lá estava o habitual empregado, um jovem de 26 anos, de cabelo louro escuro quase rapado e barba de 3 dias, que recebeu o cliente com a atenção de quem se percebe ter uma sensibilidade muito especial. – Olá, então que tal essa prancha hoje? – perguntou. – Mais ou menos – respondeu, enquanto lhe fitava os olhos claros e transparentes. Não havia mais clientes e continuaram. – Gosto muito de te ver cá, sabes? – Eu também! E pareces um gajo tão especial… que até parece deslocado aqui neste balcão … – Sim, tens razão. Estou a fazer um part-time, porque resolvi tirar um curso de Psicologia, e assim arranjo algum para as propinas e mais uns trocos. Os meus pais tratam do resto. Mas fui que escolhi esta ocupação, porque é um autêntico laboratório vivo de análise comportamental … – E tu? – Eu estou a fazer tudo para vir a tirar um curso de Turismo! – Fazes bem, também é excelente para conhecer pessoas e ter novas experiências! Um cliente aproximava-se, pelo que Pedro fez tenção de se afastar, enquanto ouvia um “até amanhã!” do amigo, que lhe acenou, num claro convite subliminar… No dia seguinte, já se cumprimentaram com alguma efusão.

O balconista falava a Pedro com um interesse e uma ternura tão natural que este nem notava. E, de chofre, rematou: – Sabes, amanhã tenho folga e à tarde vou cravar o carro à minha mãe. Se tiveres livre, podemos ir dá uma volta para tomar um copo. Que tal? Pedro sentiu uma excitação intensa e indizível percorrer todo o seu corpo. E, por acaso, até já tinha que fazer no dia seguinte. Mas rapidamente balbuciou: – Porreiro, pá … bué da fixe! Então vamos trocar os nossos contactos… Como te chamas? – Pedro! … E tu? – David! No dia seguinte, David chegou adiantado, mas Pedro já o esperava! Este entrou no carro trocando com o amigo radiantes e abertos sorrisos de felicidade, tendo-se saudado com afeto, com carinhosas carícias mútuas no rosto. – Então, onde vamos, Pedrito ? – Bom, eu não queria abusar, mas gostava imenso que fosses ver a praia onde faço prancha… não te importas? – Maravilha, man, era ali mesmo que eu queria ir, para assim  omeçar a conhecer-te melhor!… – Toma lá cinco! …. e as suas mãos abertas uniram-se numa esfuziante palmada… Começaram a viagem calmamente, a curtir todos os momentos deste primeiro encontro.

Pedro estava completamente extasiado com o amigo. – David, não me convidaste só para seres simpático? Não tens namorada ou uma amiga assim mais especial? – Não, mas já tive, Pedrito. A experiência que eu tive não foi a melhor. Acho que as mulheres sãos uns seres extremamente complexos e difíceis de compreender. Talvez o meu curso de Psicologia me vá ajudar neste aspeto …. E tu? … o teu ar tímido revela que nunca namoraste, mas entre os teus amigos, não tens nenhum mais íntimo, com quem possas compartilhar ? …. – Não, David, há um ou outro com quem me identifico um pouco, mas nenhum deles retribui. Acho que necessito de alguém que já tivesse passado a fase teen para me compreender! – E a nível sexual … nunca tiveste nenhum … contacto? Pedro ruborizou. – Não! Vou-te confessar, David, a minha mão direita é a minha melhor amiga! David pegou-lhe suavemente na mão e levou-a delicadamente até si, passando a parte inferior dos dedos por entre os seus lábios, que lhe depositaram um ligeiro lastro de saliva … – Pedrito, a partir de agora, não vou deixar que tal continue a acontecer! Pedro, enternecido, aproximou o rosto do de David, e deu-lhe um terno beijo de amizade sobre a barba crescida …. Estavam a chegar. Da estrada já se avistava em baixo uma bela e extensa praia , com ondas perfeitas que se alongavam pelo areal, num verdadeiro paraíso para os amantes da prancha.

Estacionaram virados para o mar e rebaixaram um pouco os bancos do carro para a posição de relaxamento. Era dia de semana e não havia carros próximos. – Estás o olhar para a praia e a pensar que preferias estar lá com os amigos, não é? – David, não imaginas como me sinto feliz e em paz aqui na tua companhia! Não percebes como eu gosto de ti? Eu adoro-te e não te quero perder! – Pedrito, és um amor de miúdo e eu também estou vidrado por ti, acredita. Só não quero que saias magoado desta relação! – David, eu amo-te loucamente! És tão bonito, por dentro e por fora! Por amor de Deus, quero ser teu e quero que sejas meu! E rapidamente se uniram num longo e prolongado beijo! E começaram uma exploração mútua dos corpos, depois de despirem as t-shirts.

E David cobriu de beijos o namorado, desde os lóbulos das orelhas, aos graciosos mamilos e aos bens desenvolvidos peitorais e abdominais, enquanto Pedro luzidamente arfava de prazer e excitação, retribuindo a David com apaixonadas carícias por cima do seu sexo erecto… – Pedro, é mesmo isto que tu queres? Diz-me que não te vais arrepender! – David, meu amor, quero que me possuas e quero possuir-te também, quero que os nossos corpos se unam num só! Mas aquele não era o contexto apropriado. Assim, David disse ao namorado que, por uma questão de respeito mútuo, a solução do “banco de trás” era indigna para consumarem o seu amor. E assim procurou uma solução. E achou-a: numa busca na Net conseguiu localizar uma residencial gay frendly. Era a solução ideal. E o Pedro concordou. Combinaram tudo para a semana seguinte. Pedro chegou menos exuberante que anteriormente, mas com o semblante determinado de quem sabe o que deseja.

Saudaram-se com um prolongado beijo e seguiram para a residencial. Foram recebidos cordialmente e simpaticamente encaminhados para um quarto discreto e confortável. Rapidamente fecharam a porta. Abraçaram-se de imediato e a mão carnuda de David colocou-se naturalmente sob a parte superior dos boxers  que as calças baixas de Pedro deixavam ver. Beijavam-se apaixonadamente enquanto David lhe continuava a acariciar as nádegas com vigor, provocando uma ereção incontrolável ao amante. Despiram-se descontroladamente, deixando a roupa espalhada pelo chão. Ainda de pé, abraçaram-se, unindo completamente os seus corpos, enquanto os seus membros eretos se roçavam. Ao ver o robusto caralho de David, Pedro não se conteve e começou a acaria-lo, para logo a seguir as mãos dos dois unirem aqueles membros, pujantes e verticais, num forte, punheteando-os com vigor em simultâneo, num frenesim de excitação e desejo!

Pedro abandonou-se sem reservas a esta união e rapidamente sentiu o seu corpo a ser percorrido pelas deliciosas sensações de um orgasmo magnífico. O seu sémen era expelido em potentes golfadas, enquanto David, excitado pelo êxtase do namorado, obteve, quase em simultâneo, um orgasmo fortíssimo, ejaculando também os seus fluídos abundantes. Os leitinhos do amor misturavam-se assim num só, cobrindo os membros ainda latejantes e as suas mãos, que se ofereceram mutuamente à boca do parceiro, numa partilha gulosa! – David, estou estão aborrecido… não era assim que eu queria que acontecesse!… – Não há problema, eu sei como é, porque também já tive a tua idade! Mas nada está perdido … ainda temos muito tempo à nossa frente … Limparam-se e deitaram-se completamente nus. A suave música ambiente  favorecia o relaxamento dos dois namorados, ternamente abraçados e com as pernas totalmente entrelaçadas.

E começaram a falar, naturalmente, dos amigos da praia, das coca-colas que eram bebidas só para se poderem ver e falar, dos projetos dos dois … e começaram a contar anedotas … Uma delas acabava com um forte insulto, que Pedro aproveitou para, a brincar, o aplicar a David, este ripostou com outro maior, Pedro mandou-lhe outro …. e insulto puxa insulto, envolveram-se os dois numa luta corpo a corpo simulada, rebolando-se na cama! Num jogo de forças, a tensão mútua nas mãos tentava forçar a derrota do antagonista. De costas e com Pedro sobre si, David olhou para o corpo do namorado e cedeu … Era impossível resistir àquela beleza, digna de um jovem efebo grego, delicada, mas musculada, preparada para a iniciação…. O pénis de Pedro erguia-se jovial e atrevido, bem seguro de si e com uma rigidez quase marmóreo, ancorado nuns rotundos e másculos testículos, impacientes por ejacular o seu néctar no seu par amoroso … – Pedro, se pudesse ficava aqui eternamente a olhar-te … és tão belo! Já estou impaciente pelo nosso grande momento, mas antes queria dizer-se que a nossa iniciação vai ser mútua, porque eu nunca fui até agora penetrado! – David, eu não sabia! Mas magoar-te é a última coisa que desejo, meu amor… – Pedrito, és um nino tão doce e sensível, que sei que nunca o farias!

David ergueu-se um pouco e começou a beijar o membro vibrante do jovem, passando-lhe a língua por aqueles tomates carnudos em lânguidas lambuzelas, para depois subir pelo pénis até lhe fazer descer o prepúcio até à base da glande. Suavemente, introduziu-a na boca, ensalivando-a com movimentos circulares da língua … – David, quero possuir-te! – suplicou Pedro, arfando de prazer e excitação. Depois de levantadas e fletidas as pernas, o pau entesoado de Pedro aproximou-se suavemente da gruta de David, penetrando-a com elegância e vigor. Os seus firmes movimentos de vai-vem rapidamente conseguiram a penetração total. Pedro cedia gemendo de prazer, aumentado pelo roçar no seu rabo dos testículos de Pedro, já subidos pela tensão pré-ejaculatório. – David, sinto-me tão feliz dentro de ti! E Pedro reduziu o ritmo das suas investidas, para fazer perdurar aquela união carnal. Parou mesmo por momentos, enquanto se beijavam apaixonadamente! Um orgasmo fenomenal culminou uma decisiva e fortíssima investida, enquanto os dois amantes gritavam de prazer com a nova abundamente ejaculação de Pedro. Deitaram-se abraçados, de novo. O membro de Pedro repousava, recompensado pelo seu competente labor amoroso…

E ao seu lado, David não deixava de mimar o namorado, em carícias no rosto, em beijos furtivos, em toques sensuais pelo seu corpo … com o desejo a crescer dentro de si! – Pedrito, gostas deste brinquedo? perguntou provocante-mente. – É lindo, mas é enorme! Mas custe o custar, quero tê-lo dentro de mim, porque o meu amor por ti é superior a tudo isso! – Vamos ter muita paciência, mas iremos consegui-lo sem te magoar muito… Pedro debruçou-se e aproximou o rosto daquele pau enorme e latejante, cuja glande descoberta sobressaía, provocante e sedutora. Rapidamente foi engolida pela boca ávida de Pedro, que a massajou em repetidos e profundos movimentos …. David abriu uma embalagem de lubrificante … e Pedro virou-se de  costas, dobrando-se e apoiando as mãos na cómoda do quarto… Com muito cuidado, David massajou o ânus de Pedro com os dedos revestidos de lubrificante. As respetivas paredes iam alargando e cedendo … A sua glande entusiasmada começava o contacto com a gruta do namorado…. lentamente foi-a penetrante, num movimento gradual, que deixava Pedro em êxtase, depois de ultrapassada a sensação dolorosa inicial. De súbito, o efeito da lubrificação fez avançar o poderoso pau de David até meio.

Pedro gritou, mas depois suspirou de prazer ao sentir-se plenamente penetrado. Que mais dizer? Que David foi muito gentil e consumou a sua união com Pedro pensando mais no prazer que lhe doava do que o que ele próprio sentia. É assim que se faz quando se ama alguém! Deitaram-se de novo, exaustos. E rapidamente adormeceram, ternamente abraçados. E ao caírem nos braços de Morfeu, começaram a entrar no reino dos sonhos. E tiveram o mesmo sonho: dos seus corpos unidos saíram os respetivos espíritos, que começaram a flutuar e se uniram num só! E de imediato começou a vogar pelo espaço etéreo, num movimento perene e eterno!

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