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Cunhados

Acho que é até normal, numa certa altura do casamento, uma esposa possa desejar outra pessoa que não o seu marido. Foi o que aconteceu comigo. Apesar de ainda amar meu marido, meu espírito aventureiro me despertava um tédio em relação às coisas passadas e uma busca pelo novo ou proibido. Havia um detalhe em meu casamento. Uma pena, por ser tão inevitável. Meu cunhado. Além de ser irmão de meu marido era seu maior rival. Desde a infância, tudo o que despertasse a atenção de um imediatamente se tornava uma questão de interesse supremo para o outro. E não foi diferente quando meu marido me conheceu. Ao longo de todo nosso namoro, ele, seu irmão, me assediou descaradamente, aproveitando todas as oportunidades para me provocar. Ele estava sempre passando a língua durante um beijo de comprimento no rosto, ou exalando uma respiração quente junto a minha orelha, ao dizer algo supostamente civilizado e sem falar aquele olhar faminto.

A pesar dessas intimidades proibidas serem indesejadas e ignoradas por mim, elas sempre me faziam tremer. Por fim, uma vez que estávamos casados, essas suas investidas acabaram. Meu cunhado aceitou sua derrota com espírito desportivo e até chegou a se casar pouco tempo depois, portanto a questão foi esquecida por todos.Todos, menos por mim.Agora tinha ela, minha cunhada. Na verdade, ela não combinava muito com a natureza impulsiva de meu cunhado, era tão meiga, delicada, mas era muito bela. Eu certamente não desejava me casar com ele, mesmo que meus pensamentos ocasionalmente divagassem na direção desse homem, gerando muita curiosidade sobre a forma como ele desempenhava suas funções de marido, dentro do quarto. Apesar de serem irmãos eram pessoas completamente opostas.Meu marido era advogado e seu passatempo predilecto era jogo de xadrez. Já meu cunhado era engenheiro e praticava atletismo. Posso dizer que meu marido era tudo que eu poderia querer num homem. Excepto, é claro, o fato de não ser o meu cunhado.E,para complicar tudo isso, o meu cunhado se tornou um amigo muito querido para mim. Eu realmente gostava da companhia dele, a despeito da ânsia secreta que trazia dentro de mim por toda e qualquer informação sobre sua vida particular.

Eu tentava compensar isso gabando-se de meu marido, afirmando que ele era tão esperto e habilidoso no quarto quanto em todas as outras coisas que fazia. Dessa forma, o tempo foi passando e minha curiosidade foi ficando mais forte. Eu não conseguia pensar em quase nada além dele e como seria ser a esposa dele. De tão preocupada com esses pensamentos, eu mal podia desfrutar dos talentos consideráveis de meu próprio marido sem que minha mente divagasse rumo ao meu cunhado. Um dia, quando eu estava encobrindo meu sentimento de culpa e fazendo género sobre as inúmeras qualidades de meu marido com a minha cunhada, esta última subitamente suspirou infeliz. -É uma pena que eu não possa experimentar os talentos do seu marido. -Afirmou ela, distraída. Assim que as palavras escaparam de sua boca, ela percebeu o impacto do que acabara de dizer. Ela desviou o rosto, horrorizada, cruzando com o meu olhar espantado. Corando profundamente, ela ficou imediatamente arrependida. -Oh, minha nossa! Eu jamais quis dizer… realmente… o que eu quis dizer… -Ela continuou gaguejando, desesperadamente em busca de um meio de se retratar da afirmação escandalosa. Eu, em princípio, fiquei aturdida demais para replicar, tal foi minha perplexidade ao ouvir aquelas palavras tão contundentes da sempre contida minha cunhada, mas minha compostura logo voltou e tratei de aproveitar a oportunidade que tão secretamente desejava.

Na verdade, foi o que eu também cheguei a pensar, eventualmente –Confessei a ela. Eu não me atreveria a confessar a dimensão desses pensamentos, ou que não conseguia pensar em outra coisa além disso, desde a noite do casamento deles. -Você… ? A meiga da minha cunhada ainda estava muito atrapalhada para contribuir com a conversa – Afinal, isso é normal.Continuei decidida a usar a derrapada inesperada da amiga para se estender em meus próprios desejos ou, ao que parece agora, de nos duas. -Nossos maridos, apesar de muito talentosos, são absolutamente opostos. Como poderíamos deixar de pensar em como seria estar com um homem tão diferente do nosso? Ela absorveu aquilo e pareceu relaxar um pouquinho. -Talvez. Concordou ela. -Mas nós nunca poderíamos… quero dizer. Ela se conteve novamente. -Há um jeito sugeri, com meu coração disparado pela própria ousadia. A minha cunhada continuava sem palavras, mas havias uma centelha de interesse quando seu olhar encontrou o meu. Eu fingi estar descrevendo a situação. Na verdade, eu já imaginara esse quadro em minha mente ao menos uma centena de vezes.Apesar do fato de eu ser loura de olhos azuis e você ser morena de olhos verdes. -Num quarto escuro refleti – nossos maridos não conseguiriam nos distinguir com tanta facilidade. Temos quase a mesma altura e porte físico. Nos nos entreolhavamos em silêncio por um instante constatando nossas semelhanças. Nossos corações estavam disparados diante das implicações das minhas palavras.

Nenhuma das duas se atrevia a falar; então, nos duas falamos ao mesmo tempo. A minha cunhada perguntou: -Mas como? –Numa noite nos trocaríamos de quarto. -Se realmente eu faria? Nós duas não conseguíamos conter um sorriso de nervoso. Isso aliviou um pouco a tensão e, para o meu espanto, ela falou primeiro, num sussurro quase sem ar: -Faria! Eu só podia ficar agradecida pela minha cunhada ter tido a iniciativa sob aquela aparência tímida! Depois que nossa decisão fora tomada, tratamos de combinarmos os mínimos detalhes e providenciar, coisas do tipo depilação íntima, não uso de perfumes e jóias, e cada uma de nos realizou sua parte na preparação do evento avidamente. Ficou acertado que nos simplesmente trocaríamos de lugar durante uma das muitas festas que nossa empresa promovia, quando era comum que eles e outros convidados ficassem para passar a noite. Os outros convidados seriam acréscimos na confusão geral e, com sorte, ajudariam a afastar qualquer idéia de que daria algo errado que fizesse nossos maridos desconfiarem de alguma coisa. Com a aproximação do dia do evento, ambas não conseguíamos evitar os comentários sobre os detalhes de nossos planos, para que tudo saísse perfeito e para acalmarmos nossa empolgação daquilo que estávamos prestes a fazer. Só de imaginarmos, nos ficávamos coradas de vergonha uma diante da outra. E a noite finalmente chegou, quando a tão esperada nossa fantasia seria realizada.

A festa, em si, foi longa, causando uma agonia provocante que nos deixou ambas com os nervos à flor da pele.Depois da festa, fiquei arrepiava, deitada ao lado de meu marido, esperando que ele dormisse. Eu me perguntava como a minha cunhada estaria lidando com aquilo. Ambas haviam concordado em não aceitar qualquer investida dos maridos tanto dias antes quanto depois da festa. Depois, a esposa impostora mudaria de idéia. Não havia dúvida que os dois maridos aceitariam as “esposas” retardatárias; afinal, apesar de diferentes, eram homens, e seria realmente uma exceção se um deles falhasse nessa noite. Eu ouvia atentamente enquanto a respiração do meu marido diminuía e relaxava. Ele finalmente havia dormido! Eu cuidadosamente sai da cama, sem perturbá-lo, deixando o quarto. Fui até nosso ponto de encontro no banheiro social. A minha cunhada já estava pronta esperando por mim. Nos trocamos um, abraço rápido e depois ela foi para meu quarto e eu me apressei a tomar uma ducha para eliminar meu perfume. Eu não pensei no que a minha cunhada estava, prestes a fazer com meu marido, pois estava excitada demais por conta do que aconteceria comigo.

Além disso, o que quer que fizessem juntos, meu marido pensaria estar fazendo comigo. Com o coração disparado dentro do peito, eu entrei silenciosamente no quarto, que estava um breu, onde dormia o meu cunhado, tirei minha camisola e deitei na cama, ao seu lado. Ele gemeu dormindo quando eu roçei meu corpo nu de encontro ao dele. Suas mãos instintivamente me abraçaram e me puxaram para mais perto. Eu levantei o rosto e encontrei os lábios úmidos dele. A barba por fazer em seu rosto era mais cerrada do que a de meu marido. Ele logo respondeu ao meu beijo, mesmo dormindo, e seus braços me apertaram ao seu redor. De repente ele estava acordando. Ele não hesitou, reagiu bruscamente, virando-me de barriga para cima, e cobrindo meu corpo com o dele. Apesar de alarmada por sua brutalidade, não havia tempo para hesitações, pois ele me segurou e pressionou seus lábios com os meus durante um abraço apertado. Minhas mãos foram ao ar num gesto de defensiva, mas isso foi tão ineficaz e abri minhas palmas das mãos no peito dele e acariciei os pêlos enrolados que cobriam seus músculos, tão diferentes do corpo delgado de meu marido.

Ansiando por sentir sua rudeza de encontro à minha pele, eu passei os braços ao redor de seu pescoço e inclinei as costas, pressionando meus seios nus contra seu peito. Seu corpo era tão quente, rijo e forte que me fazia tremer. Ele gemeu ruidosamente, depois levou os lábios aos meus, sem tocá-los, por um breve momento. Eu podia sentir o hálito morno em seu rosto quando os lábios dele voltaram a cobrir os meus. Ele enfiou a língua na minha boca saboreando minha língua e meus lábios. Em seguida ele beijou minhas bochechas, queixo e pescoço. Onde ele me beijava, minha pele ficava em brasa com seu hálito quente e rosto áspero. Meu corpo queimava e formigava por causa dos lábios e da língua dele. Ele beijou e lambeu-me os seios, fazendo-me gritar. Depois passou para minha barriga e foi descendo, cobrindo cada centímetro meu com seus beijos. Ao afastar minhas pernas, ele afundou a língua ali. Ele parecia um animal selvagem, sua boca parecia estar em toda parte ao mesmo tempo. Mas ele ainda não a havia satisfeito, não! Sua língua continuava a buscar por todo o meu corpo, e, quando terminou, ele havia chupado e saboreado cada lugar oculto entre minhas pernas. Sentia vergonha por ter minha vagina abocanhada daquela maneira. Mas eu não conseguia me afastar dele; ele me segurava com firmeza demais para isso! Seus lábios e língua se apoderaram de mim, famintos. Ele finalmente cessou de lamber-me, mas, eu já tinha superado a vergonha e agora queria mais! No entanto, ele tinha outros planos e foi, colocando cada um dos meus joelhos em seus ombros, se aproximou de mim novamente, esticando minhas pernas para o alto e afastando-as. Segurando-me firmemente para que eu não me movesse, ele se projetou sobre de mim me penetrando num só golpe.

Eu dei um grito ruidoso ao sentir como o pénis dele era grande. Todo o controle que eu tinha parecia se esvair e voltei a gritar repetidamente, enquanto ele fazia um vaivém inclemente. E, à medida que minha empolgação crescia, ele acelerava o ritmo. Embora eu adorasse ser possuída bem aberta, lamentava não poder se mover de forma alguma na posição que me encontrava. Der repente, o meu cunhado saiu de mim e subitamente me virou de bruços, posicionando-se ajoelhado atrás de mim e sem demora, e ele voltou a penetrar-me só que por trás e numa só estocada alojou a cabeça de seu pénis em meu ânus. Causou-me uma forte ardência essa estocada. Ele então segurando meu corpo pela cintura começou a me puxar para trás, contra ele, enquanto prosseguia em sua penetração. Ele começava a ficar mais rude e agressivo. Instintivamente me movi um pouquinho para aliviar a enterrada dele, mas ele me agarrou pelos cabelos e segurou, forçando meu corpo para trás obrigando-a a ficar no lugar, a menos que quisesse sentir mais dor. Era uma dor dilacerante. Eu me movia desesperadamente, tentando diminuir o vigor da puxada, mas minhas tentativas só o instigavam ainda mais. -Me deixa entrar. Dizia ele. Ele não arredava o seu pénis nem um pouquinho. As lágrimas escorriam por meu rosto, e fui obrigada a ficar imóvel e agüentar o ataque implacável. -Vamos logo, me deixa entrar. Repetia num tom mais agressivo. Eu começava a odiá-lo pelo que estava me fazendo passar. Eu me perguntava como a minha cunhada poderia suportar esse acasalamento rude.

Temia não agüentar alojar a seco aquele enorme pênis dentro de mim. Suspirando firme e profundamente comecei a me concentrar mais para poder suportar aquela dor dilacerante. Era uma questão de honra para eu aguentar até o fim essa verdadeira tortura na qual eu mesma havia procurado. Repentinamente percebo minha musculatura relaxando e o pénis dele adentrando minhas paredes interiores que se alargaram sobre o pênis dele. Aquela ardência toda foi cessando e permanecendo só uma sensação de desconforto. Minha raiva foi cedendo lugar ao prazer, ele me enlaçou com um dos braços e com o outro colocou a mão entre minhas pernas como seu fosse uma boneca de borracha e num movimento pendular para trás, usando o meu próprio peso para me encaixar de vez nele. Estávamos engatados, unidos um no outro. Soltei um suspiro de alívio sabendo que o pior já havia passado. Mas era uma sensação diferente, intensa, até gostosa, eu podia sentir cada milímetro do pênis dele alojado dentro de mim, eram cerca de 23 cm latejando e pulsando. Aliás, eu podia sentir em minhas costas todo o seu calor, o coração dele bater, a respiração. Respirava ofegante em deleite da forma como ele agora me segurava envolta por seus dois braços fortes.Sentia uma sensação de aconchego e de bem estar e prazer. Eu passei a me sentir orgulhosa de mim mesmo por ter conseguido abrigar meu cunhado dentro de mim.

Ele era meu ou eu era dele, o fato é que nós dois éramos um só ser em ebulição. Imóveis e agarrados, ele começou a beijar-me a nuca e perguntou se estava tudo bem. Limitei-me a sussurrar um: -Huummmmm… -Hummmm… Posionou-se afundando as mãos em minha cintura a e arremetendo-se contra mim para iniciar um vaivém. Eu me sentia possuída. Meu desejo estava me controlando e dominando. Eu não sabia o que fazer. Estiquei os braços segurando-me na cabeceira da cama. Quanto ao som que ecoava dentro de seus ouvidos. Era um som externo, baixo e áspero. Meros sussurros e grunhidos, mas tinham o tom de desejo. Meu prazer era intenso demais para me fazer gemer, mas para me fazer grunir. Era eu mesma! Era o som de minha própria voz, meio sussurrante, meio grunhindo os meus desejos ilícitos, repetidamente. -Mais forte -ele me ouvia gemer. -Mais forte, eu quero mais forte!Por quanto tempo eu estaria repetindo aquela afirmação vergonhosa, por entre seu esforço? Quanto mais agüentaria? Mas mesmo inteiramente consciente disso, ela não conseguia parar; continuava soltando as palavras engasgadas: -Mais forte… eu quero mais forte. Estava assustada comigo mesma, temendo que aquele coito terminasse antes que eu tivesse gozado o suficiente. -Por favor, oh, por favor -eu torcia e soluçava agora – não pare! -Por entre meus soluços ele continuava a me dar prazer, mesmo com meu pobre corpo doendo da cavalgada rude que ele fazia em mim, a sensação de prazer era infinitamente maior. E eu percebi que sabia que seria assim com meu cunhado.

Mal podia dar conta de meu desejo por ele, mas ainda queria mais! Eu me agarrei mais forte à cama no intuito de me manter firme enquanto recebia as investidas e sabia que fora eu quem o hipnotizara com o mantra “Forte, mais forte”. Eu gostaria de poder deter a mim mesma. Isso era loucura. Mesmo assim, meus dedos trêmulos continuaram esfregando e meus lábios repetiam: -Forte, mais forte, forte! Ele agarrou- me pela cintura e me apertou brutalmente para entrar mais fundo e disse-me: -Me segura forte dentro de ti? Uma luxúria insana me dominava, de modo que, mesmo soluçando de agonia, eu tentava me contrair toda para tentar segurar o membro dele enterrado dentro do meu ânus. Ele seguia trabalhava em meus quadris como quem amassa pão, com seus dedos grandes afundando em minhas nádegas e manipulando. Sua cabeça estava enclinada para baixo, me apertando e beliscando, enquanto simultaneamente me puxava para ele e me penetrava. Eu finalmente cheguei clímax da excitação: orgasmo. Apertei bem os olhos e ondas de prazer me tomaram, meu corpo quase partiu. Todo o meu ser entrava em convulsão de um prazer trêmulo e inexplicável. Sentindo meus tremores e ouvindo meus gritos suaves, meu cunhado perdeu o controle. Eu sentia seu corpo num terremoto e, com um grito sonoro, ele se projetou dentro de mim uma última vez. Quando terminou, ele me pegou nos braços. Eu estava tremendo violentamente quando ele de súbito se tornou muito gentil, pedindo perdão por seu tratamento rude comigo.

Ele me deu beijos carinhosos em meu rosto e ombros, e pedindo que eu o perdoasse se me tivesse machucado . Depois de um tempinho finalmente meu cunhado caiu num sono profundo. Ainda com o rosto molhado de suor, sai da cama e deixei o quarto dele. Enquanto isso, não pense que a minha cunhada tenha sido devagar ao acordar o meu marido, pois ela entrou escondida em seus braços, de forma bem semelhante ao que eu havia feito. -O que é isso, agora? –Meu marido provocou, ao sentir sua suavidade sedosa se aconchegando a ele. Mas não houve necessidade da resposta dela, pois seus lábios já estavam procurando os dela, com um beijo suave. A empolgação a tomou enquanto ela pôs seus braços ao redor de seu pescoço.Sua pele era tão morna e esguia que ela não conseguia evitar roçar sua nudez contra a dele. Ele a beijava com destreza, mordiscando seus lábios e provocando-a com a língua. Enquanto ele beijava a minha cunhada, suas mãos gentilmente vagavam ao longo de seu corpo, fazendo cócegas em sua pele e deixando-a arrepiada, enrijecendo seus seios. Aproximou a boca de sua orelha esquerda e começou a recitar uma das muitas poesias francesas que enalteciam a beleza feminina.Depois suas mãos se moveram para os seios, onde ele desfrutou ainda mais. Com as pontas dos dedos, ele apertava e contornava os mamilos. Ela estava ofegante pela doce tortura. Pensando que eu certamente não mentira ao descrever os talentos do marido. O meu marido foi devagar, sem pressa, nada de agarrões desesperados, mas manuseando prazerosamente os seus seios, até que ela pudesse gemer. Por fim, quando ela pensou que fosse perder a cabeça, ele finalmente desceu a mão, mas parou em sua barriga, até que ela ergueu os quadris da cama e os posicionou em sua mão.

Meu marido riu com sua impaciência óbvia e sussurrou: -Calma, amor. A minha cunhada jamais estivera na posição de ter de esperar; na verdade, ela estava bem acostumada a ser servida sem demora. Essa provocação criou um ardor que contorceu o meio de suas pernas, e uma sensibilidade imensa em suas terminações nervosas, então ela se sentiu carente, desesperada e irritada, tudo de uma só vez. Ela ergueu os quadris e os empurrou vorazmente contra a mão dele, silenciosamente amaldiçoando o seu controle. Gargalhando de seu desprazer óbvio, ele continuou acarinhando-lhe a pele com cruel gentileza, fazendo carícias suaves entre suas pernas, mas logo saindo dali para percorrer os quadris, barriga e coxas, depois de volta ao meio das pernas. A minha cunhada estava se tornando ansiosa, mas o que poderia fazer? Temendo dizer algo errado e se delatar, não podia fazer nada além de esperar. No entanto, sua necessidade estava se tornando cada vez mais voraz, e os pequenos toques provocantes, apesar de terem a eficácia de um profissional, tinham um efeito de duração curta, e não chegavam nem perto de satisfazê-la. Ela gemia de agonia e balançava os quadris desavergonhadamente, novamente em busca de sua mão. Estava começando a ficar cada vez mais indignada com o seu cunhado.

Pensava em como eu, sua cunhada, podia agüentar toda essa terrível provocação? Enquanto isso, o meu marido parecia desfrutar muito para se importar com o desconforto dela. Ele adorava a forma como o meio de suas pernas ficava cada vez mais humedecido, sempre que ele tocava ali. Aprovava a disciplina e o autocontrole, além de acreditar que, para cada gemido de expectativa, um segundo de prazer era acrescentado à satisfação final. Então, mantinha isso em mente enquanto seus dedos continuavam na dança torturante sobre o corpo dela. Ele também sentia o pulsar em seu próprio corpo, latejando de ânsia para que ele mergulhasse em sua humidade e se perdesse de prazer. Mas tudo a seu tempo. Além disso, o meu marido adorava tocar a esposa. Parecia que, a cada vez que o fazia, ela sentia uma nova excitação e assim ele se sentia no controle. Ele gostava especialmente de encontrar seus lugares mais sensíveis, e uma vez que estivesse apropriadamente aquecida, ela tendia a ceder bem mais às manobras mais exigentes. Sentindo que ela estava em tal condição naquele momento, suas mãos lentamente abriram caminho subindo por suas coxas, mantendo-as bem afastadas. Ele beijou ali no meio, enquanto deslizava uma das mãos para baixo. Sua língua lentamente trilhou sua fenda encharcada, enquanto seu dedo serpenteou entre suas nádegas e pousou na abertura que encontrou ali. A minha cunhada ficou estarrecida demais para se mover, então suas pernas permaneceram totalmente abertas, e seus dedos se agarraram aos lençóis nas laterais da cama. Cada molécula gritava em mudez, mas esperando pacientemente pela libertação.

Ela, porém, respirava ofegante e gemia. O meu marido se divertia acariciando o orifício anal com o dedo, enquanto simultaneamente brincava em seu ponto de prazer sabiamente, com a língua. Ele fazia isso com grande experiência, friccionando a língua sobre a área sensível, com a pressão exata para causar arrepios por todo seu corpo, depois parava subitamente para engolir seus fluídos com um riso malicioso. Enquanto isso, seu dedo continuava a provocar entre as nádegas, e até penetrava-a de vez em quando, cada vez mais fundo, incentivando pequenos suspiros. A minha cunhada reflectiu que, por mais rude que fosse seu marido, ela jamais se sentira tão ultrajada. Enquanto o meu marido possuía o que quisesse, ela podia ter o que desejasse dele, também. Mas isso, de certa forma, era diferente. Parecia que meu marido controlava a ambos; e ela não gostava nem um pouco disso. As lágrimas vieram aos olhos e ela chorou de frustração e impaciência. Agora, conhecendo meu marido como eu conheço, acreditava tê-la onde ele finalmente queria. Ele se recostou na cama e disse: -Venha transar. A minha cunhada estava estarrecida. Ela certamente nunca havia escutado um desaforo como esse. E nunca vira um homem demonstrar tamanho controle. Mas ela tinha que continuar, pois ansiava de desejo. Então ela se levantou e se preparou para montar no meu marido.No entanto, não era isso que ele pretendia. Ele a deteve antes de penetrá-la. Disse-lhe. -Primeiro me mostre o quanto você quer. Oh, como ela o odiava! Aparentemente ignorando isso, a mão dele gentilmente acariciava sua cabeça, seus cabelos, recitando versos em francês, mesmo quando ele pressionava sua cabeça abaixo. Diante de tais versos, ela engoliu sua indignação e abriu a boca para aceitar seu pênis rijo.

Ele continuou a pressionar sua cabeça abaixo, até que ela pudesse senti-lo no fundo de sua garganta. -É isso ele grunhiu de prazer , oh minha deusa se queres, ter prazeres mortais trabalhas para ter. O rosto dela ardeu ao ouvir essas palavras, mas o desejo entre suas pernas estava se tornando insuportável, e o que ela podia fazer? Ela fez tudo o que podia para dar prazer ao seu cunhado, lambendo e chupando com a maior destreza que sabia, e usando também as mãos, como ele o fizera, para que pudesse ganhar sua recompensa. Ela chupou até que estivesse certa de tê-lo feito bem. Mas, oh, por quanto tempo ela ainda teria de esperar para ter seu desejo satisfeito? Ela prosseguia se empenhando diante dele, quase se engasgando em seu esforço para lhe proporcionar prazer. Meu marido por sua vez, acreditava firmemente em autocontrole, mas não era uma máquina, e seu corpo também tinha suas limitações. Ele interrompeu abruptamente o ato oral, para não se envergonhar nem desapontar sua parceira, depois de todo o seu empenho. Ele disse:-Minha deusa, você merece a sua recompensa! -E a puxou para seu corpo latejante. A minha cunhada gemia ruidosamente, enquanto pousava seu corpo sobre o dele. Era uma sensação tão boa em tê-lo finalmente deslizando para dentro dela! O ardor de desejo que queimava entre suas pernas começara a diminuir um pouquinho, enquanto ela se balançava para cima e para baixo, à frente e atrás, tentando sentir da melhor forma aquele membro enterrado em suas entranhas famintas.

O meu marido brincava com seus seios e os beliscava, mas, quando os movimentos da cunhada se tornaram mais frenéticos, ele passou a mão entre suas pernas e começou a ajudá-la. Ela arfava e gemia, mais uma vez perplexa pela esperteza dele. Os dedos dele eram bem mais eficazes do que a sua fricção, e ela reduziu os movimentos a um mero balanço, permitindo que seus dedos talentosos fizessem o restante. Ela embalava os quadris para frente e para trás em seus dedos, enquanto ele a estimulava. Com a outra mão, ele beliscava seus mamilos. A minha cunhada não estava acostumada a esse tipo de relação mais suave e que ela tivesse que tomar a iniciativa. As ações mais vigorosas de seu marido revelavam suas atrações e necessidades. A compostura absoluta do meu marido, por sua vez, parecia quase uma indiferença, mesmo que aumentasse consideravelmente o prazer. Ela fechou os olhos e imaginou seu marido me arrebatando ferozmente enquanto ela tinha que fazer seus esforços. Finalmente ela atingiu o tão merecido orgasmo e exaurida ela desabou sobre o meu marido. Ele passou os braços ao redor dela e a segurou firmemente pelos ombros, enquanto a penetrava repetidamente até alcançar o seu orgasmo.

Ela se agarrou a ele, esquecendo de tudo por um instante, simplesmente fantasiando na penumbra do pós-sexo. Após um tempo, finalmente percebeu que o seu cunhado havia adormecido, com ela ainda sobre ele. Ela saiu silenciosamente do abraço, tomando cuidado para, não acordá-lo. Depois rapidamente se vestiu e saiu do meu quarto e foi para o meu encontro no banheiro social. Eu já estava lá relaxando numa banheira de hidro, ela entrou e nossos olhos se cruzaram e se examinaram por um momento, em silêncio. Havia um nítido constrangimento entre nós. Ela despiu-se e entrou na hidro a minha frente. Ela corou, ao pensar o que eu achara de ter transado com seu marido. Mas eu passava pelo mesmo constrangimento e pensava na mesma coisa! Quebrei o silêncio dizendo. -O seu marido me enfiou aquele mastro a seco na minha bunda?! Ela retrucou. -O seu me enfiou na boca?! – E que saber do pior. -Disse-lhe. -Eu gostei. -Eu também. Respondeu ela. Ambas caímos na gargalhada naquele instante. Passamos horas ali fazendo confidência do que havíamos sentido. Já que nossos maridos tinham uma forma diferente e ao mesmo tempo complementar de fazer sexo. Percebemos que estaríamos melhores trocando nossos maridos ocasionalmente.

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